TRANSPORTES
A poluição atmosférica é um dos graves problemas que ameaçam o meio ambiente colocando em risco o equilíbrio ecológico, sendo que os combustíveis fósseis e a demanda cada vez maior dos transportes rodoviários contribuem para o aumento na emissão de poluentes, liberados pelos veículos automotores. Eles são responsáveis por 40% da poluição do ar, emitindo os gases: monóxido e dióxido de carbono, óxido de nitrogênio, dióxido de enxofre, derivados de hidrocarbonetos e chumbo. O resultado é a natureza posta em risco, tal como a saúde do homem. É necessário, portanto, adotar uma nova postura diante do ato de consumir, com a conscientização de todos. Isto engloba o Estado, as empresas, a sociedade civil geral, etc.
Na condição de consumidor consciente podemos e devemos promover ações que minimizem a atual situação, como:

• Optar por um veículo que seja menos poluente;

• Fazer manutenção de rotina no veículo;

• Não abastecer o veículo em postos que adulteram o combustível;

• Sempre que possível, optar por caminhar, andar de bicicleta, utilizar transporte púbico ou táxi;

• Utilizar o transporte individual apenas para o estritamente necessário, buscando outras alternativas de transporte como: carona, transporte público e andar a pé;

• Respeitar os dias de rodízio (exclusivo para a cidade de São Paulo);
• Avaliar a real necessidade de se obter o segundo veículo, para revezamento de rodízio (exclusivo para a cidade de São Paulo);

• Buscar novas opções de combustível, como o “gás natural veicular”, pois é mais barato e polui menos que a gasolina.

Nessa luta, temos o Protocolo de Kyoto, um importante aliado para requerer mundialmente o envolvimento dos países na busca conjunta de soluções para esse grave problema. Ele tem por objetivo exigir dos países envolvidos um comprometimento em estabelecer planos de redução de 5% dos gases poluentes lançados na atmosfera até 2012 e penalizá-los caso não consigam cumprir as metas estabelecidas. Os países, em especial os mais industrializados, deverão promover ações básicas, que visem efetivamente a redução dos índices de poluição atmosférica e do efeito estufa, inclusive reforma nos setores de energia e transportes, promovendo o uso de fontes energéticas renováveis, sendo de fundamental importância que a sociedade exija que os governos atuem de forma comprometida com o Protocolo.